Pão de mandioca

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    também chamada de mandioca doce, macaxeira ou aipim.
    Bolo de mandioca

    Aula de culinária-Bolo de mandioca

    Falar de mandioca, é falar de Brasil, é falar de gastronomia brasileira. Sem dúvida alguma, se existe um ingrediente que podemos caracterizar o nosso país, esse certamente é a mandioca, que está presente de norte a sul.  A mandioca é e sempre foi muito mais do que um simples ingrediente para consumirmos, ela possui uma importância cultural e histórica impressionante.

    A mandioca é classificada pela quantidade de ácido cianídrico que possui, podendo ser a mansa (também chamada de doce, macaxeira ou aipim), ou a brava, que é venenosa.  Ela é uma raiz nativa da Amazônia brasileira, e segundo a Embrapa, existem quase 250 variedades de mandioca.

    O cultivo da mandioca começou no primeiro milênio a.C na bacia do Amazonas por diversas tribos indígenas. Se espalhou aos poucos pela América do Sul (Venezuela e as Guianas), e em seguida na América Central e do Norte. A lenda conta que nos tempos indígenas,  existia uma indiazinha chamada Maní, que nasceu branca e morreu com apenas um ano de idade. Foi enterrada dentro de sua oca, que tinha o nome de “maní-oca”. De sua sepultura brotou uma planta, que hoje chama-se mandioca, e está na base da alimentação brasileira.

    Os colonizadores se identificaram com a grande utilidade que a raiz possui e seu cultivo foi ampliado. Inicialmente a mandioca já teve grande importância no tráfico negreiro. Navios que retornavam com os escravos do Brasil para a África levavam farinha de mandioca como uma das moedas de troca. A mandioca com seu alto valor nutritivo serviu de alimento para os escravos durante as longas viagens.  A partir disso, foi questão de pouco tempo e a mandioca passou a ser plantada perto dos portos negreiros para abastecer os navios a espera de escravos. A mandioca se espalhou pelo continente africano e desde um então faz parte da base da alimentação.

    A mandioca teve papel essencial na alimentação dos índios nativos, dos portugueses e dos bandeirantes. Foi na época das expedições pelo interior do país, que a mandioca alimentava os bandeirantes, que faziam questão de manter grupos cultivando a raiz e produzindo a farinha. A importância histórica e cultural da mandioca está justamente no fato dela ter disso base de sustento das pessoas durante a colonização do Brasil e dos povos antigos a pelo menos sete mil anos.

    A principal característica da mandioca está na sua versatilidade, que desde a folha até a raiz, tudo é aproveitado. A mandioca produz uma ampla lista de subprodutos e tudo começou com os índios. Até mesmo pelo fato de terem o primeiro contato com o ingrediente, foram os nativos que desenvolveram outros usos para a mandioca. Conseguiram consumir sem perigo a espécie “brava”, tirando o seu veneno através do cozimento por um bom tempo.

    (Fonte: https://www.petitgastro.com.br/mandioca-de-norte-a-sul-do-pais/)

     

    Ingredientes

    • 400 g de mandioca cozida e amassada
    • 2 xícaras (chá) de farinha de trigo
    • 2 colheres (sopa) de fermento seco para pão
    • 2 colheres (sopa) de óleo
    • 1 colher (chá) de sal
    • 1 colher (chá) de açúcar
    • ½ copo de água morna
    • Molho shoyo

    Como fazer

    • Dissolva o fermento na água morna, junto com o sal e o açúcar. 
    • Adicione os outros ingredientes, misture e sove a massa, colocando mais farinha, se necessário.
    • Coloque em forma untada e enfarinhada e deixe crescer em local aquecido por 20 minutos.
    • Passe shoyo por cima do pão e leve-o para assar em forno pré-aquecido quente, por aproximadamente 45 minutos.
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